sábado, 28 de novembro de 2009

Polícia prende Jerry Oliveira, coordenador da ABRAÇO-SP .

Dirigente da ABRAÇO propõe boicote contra rádios comerciais

O ato foi um flagrante de ilegalidade, pois não poderia se configurar flagrante delito, haja vista a decisão da Juíza da 1º Vara federal que entende que não se constitui crime a instalação de equipamentos de radiodifusão, pois os artigos 70 da lei 4117/62 e o 183 da Lei 9472/97, trata a especificação de telecomunicaçõ es, isso é decisão jurídica favorável, o MP tentou recorrer da decisão da Juíza na Turma Recursal de São Paulo, e perdeu, e está levando a disccussão para o Supremo Tribunal, enquanto não julgar o recurso em última instância do STF, vale a decisão da Juíza.

 O delegado somente dizia tratar-se de ordens superiores, o que demonstra a intenção de criminalização do movimento. Entendo que existe uma ordem superior, do delegado chefe, do Chefe geral da polícia, do governador do estado e depois do monopólio, pois o joaquim tem razão: Não se trata de um caso isolado, existem diversos casos de fechamento de rádios pela polícia civil. Em barretos não existe mais rádios no ar em decorrência destes procedimentos, em Indaiatuba tem um delegado (olha o nome do cara, Gardenal) que fecha todo mundo. Em São Paulo existe também delegados que fazem estas atrocidades, como vemos sempre em matérias da rede globo. Agora descobrí recentemente, que existe uma empresa, formada por ex agentes da Anatel, que prestam serviços as rádios comerciais. Sua funçâo é identificar o local das emissoras, e encaminhar a denúncia para a Polícia federal. Já conseguimos identificar os caras. Agora só falta pegar.

 Estarei agora pela manhã na coorregedoria da Polícia Civil, onde irei pessoalmente protocolar uma denúncia formal contra o Delegado, solicitando providências e abertura de inquérito contra o mesmo. Também encaminharemos denúncia ao Ministério Público.

Quanto a devolução dos equipamentos, na segunda - feira encaminharemos ao Fórum da Justiça federal o HC de trancamento do Inquérito e a devolução dos equipamentos, este caso é tranquilo, pois já temos em mãos 12 vitórias nesta situação, graças ao posicionamento da juíza que se mostra a cada dia mais favorável a esta questão.

Temos que aproveitar o fato político desta situação e proponho uma situação mais radical. Que é:

01 temos na região metropolitana de Campinas, aproximadamente 40 emissoras comunitárias. Somente este ano, foram fechadas 15 emissoras na região, um prejuízo de mais de 70 mil reais. Uma única chamada numa emissora comercial de Campinas, custa em média 5 mil reais. è uma guerra econômica, que está custando caro para o movimento. Por isso a reação poderá ser da seguinte maneira: Colocar todos os transmissores de nossas emissoras na mesma frequência de uma rádio comercial e dar a elas o mesmo prejuízo que tivemos no último ano. Se fizermos isso em uma semana, o prejuízo deles serão maior. Pois a emissora não falará na cidade.

2- fazer um ato político em frente a uma emissora da cidade, convocando a população da proximidade e discutindo com eles a situação da radiação não ionizante, que segundo estudos causa sérios danos a saúde da população.
3- Exigir um posicionamento oficial do Ministério da justiça contra a ação truculenta de ontem, pois o Governo Serra mostrará ao monopólio que ele terá condições de nos reprimir.

4 - Exigir como prioridade absoluta a ANISTIA, não como projeto de lei a ser discutido no Congresso, mas um decreto presidencial.

5 - Adoção de um outro decreto que institui mo sistema brasileiro de Rádio Digital, e por fim;

A alteração da lei, tal qual foi discutida no seminário da abraço.

Se fizermos uma ação desta em cada estado então, aí ninguém segura.

Um abraço,  Jerry



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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Convite .



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Nota de Repúdio .

 A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária – ABRAÇO Nacional – vem a público repudiar a prisão de seu diretor regional sudeste Jerry Oliveira, ocorrida na manhã de hoje em Hortolândia-SP. A prisão de Jerry e da Srª. Djanira Vilella, da coordenação da emissora pela policia civil, aconteceu durante ação da policia civil no fechamento da rádio comunitária Manancial. Jerry Oliveira se identificou como coordenador do movimento das rádios comunitárias e foi preso pelos policiais. Esta medida arbitraria não se coaduna com o Estado Democrático de Direito e atenta contra a Constituição Federal que assegura o direito a liberdade de expressão e de organização. O desrespeito a Constituição é ainda maior pelo fato da ação ter sido feita pela policia civil, que não tem competência legal para atuar em casos envolvendo a radiodifusão, área de competência federal. Para agravar a situação o delegado responsável pela prisão de Jerry Oliveira e da Srª. Djanira não se identificou.

Este fato motivou um protesto da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. A ABRAÇO cobra do poder público que medidas autoritárias, como esta, não mais se repitam.

Este fato assume maior gravidade quando estamos a poucos dias da I Conferência Nacional de Comunicação.

A ABRAÇO defende a descriminalização das rádios comunitárias, a anistia para os comunicadores punidos e a desburocratização e transparência nos processos de outorgas das emissoras comunitárias.

 

Brasília, 26 de novembro de 2009.

 

                                                                                 

                                                                                 Executiva  Nacional. 
                                                                      José Luis do Nascimento Sóter


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Uma mensagem a todos os membros de Fórum Popular de Comunicação Social .

 

Fórum Popular de Comunicação Social

Niterói -Leste Fluminense

 
O  ano de 2009 entrou para a história da comunicação brasileira, em Niterói, conseguimos mobilizar as forças sociais e realizamos a  I Conferência de Comunicação.
Agora, é o momento de encaminhar  algumas das questões que foram discutidas e deliberadas na plenária da  Confecom .
Vamos lutar pelo  Fundo de Comunicação e  pelo Conselho Municipal de Comunicação, pela distribuição de verbas públicas publicitárias para os meios de comunicação comunitária, entre outros temas de interesse dos movimentos sociais.

Data: 8 de dezembro de 2009

Horário: 20h

Local: Câmara de Vereadores de Niterói.

Confirme sua presença no Fórum na página do Ning.
 Visite Fórum Popular de Comunicação Social em:
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Unesco lança no Brasil guia para rádios comunitárias .

Unesco lança no Brasil guia para rádios comunitárias
23/11/2009

Publicação sobre direitos humanos na mídia foi organizado pelo
Escritório da agência da ONU em Brasília; série com spots para as
rádios também fazem parte do projeto.

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/173082.html

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, lançou no Brasil o guia "Direitos Humanos na Mídia Comunitária - A cidadania vivida no nosso dia a dia". A publicação foi organizada pelo escritório da Unesco em Brasília, em parceria com a ONG Oboré.

O guia eletrônico, de 38 páginas, escrito de forma clara e simples, foi criado especialmente para as rádios comunitárias brasileiras e traz noções básicas de civilização, direitos sociais, culturais e políticos.

Spots

O material serve como ferramenta para líderes comunitários e pode ser usado em rádios, páginas eletrônicas ou até em reuniões de escolas, sindicatos ou igrejas. A publicação está disponível somente pelo site da Unesco e o download é gratuito.

O projeto inclui uma série com dez spots de rádio sobre direitos dos idosos e das pessoas com deficiência; direitos das mulheres; violência  familiar e nas escolas e até o que fazer em caso de abordagem policial.

Todos os spots também podem ser baixados no site da Unesco. Segundo a agência da ONU, o guia contém o texto completo da Declaração Universal dos Direitos Humanos e destaca a importância da promoção da cidadania, ética, respeito mútuo e atitudes de não-violência.
 
Contribuição
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Seminário de Promoção da Saúde pelas Ondas do Rádio...

Veja convite assima
Prezados Senhores,

    Estaremos realizando um seminário de Promoção da Saúde pelas Ondas do Rádio, uma parceria da UFF (Universidade Federal Fluminense), ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) e OPAS (Organização Pan-americana de Saúde), que será no dia 03/12/09 das 08:00h às 17:00h na ABF -Associação Brasileira de Farmácia, Local: Rua dos Andradas, 96/10º andar – Centro – RJ

    O objetivo central deste Seminário, é reunir as principais informações e orientações que o comunicador e o veículo de rádio precisam saber para promover os produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária de acordo com a legislação vigente, aliado à ética e responsabilidade que o tema demanda.

    O objetivo é abordar a propaganda por meio da radiodifusão, apresentando os principais aspectos normativos e legais, os erros mais freqüentes e saber por que e como evitá-los.

 

Público Alvo: Radialistas, publicitários, jornalistas, profissionais e empresários de comunicação, agentes de saúde, entre outros.

 

Nesta oportunidade, gostariamos de contar com a divulgação e a presença de todos.

Sua contribuição será de relevante importância para o sucesso do seminário de "Promoção da Saúde pelas Ondas do Rádio".

Breve estarei enviando o cronograma das palestras.

 

Atenciosamente, Silvana Souza

Farmácia Universitária da UFF

2629-9451/ 2629-9446
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A Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-RJ convida

24 de Novembro de 2009

Aos Sindicatos filiados, federações e confederações

 Companheiras(os),
A Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-RJ convida todas as companheiras e companheiros para as atividades em comemoração ao DIA INTERNACIONAL PELA ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.

Dia 25, às 16:30h,

no Auditório CUT-RJ (Av. Pres. Vargas, 502/15º)

Saudações Cutistas

Virgnia Berriel
Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-RJ

Darby de Lemos Igayara - Presidente CUT-RJ.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Justiça realiza I Seminário Internacional de CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA .

em 27/10/20

A Secretaria Nacional da Justiça (SNJ), do Ministério da Justiça, realiza nos dias 26 e 27 de novembro, em Brasília, o I Seminário Internacional da Classificação Indicativa. O objetivo é discutir e atualizar conhecimentos, identificar tendências, perspectivas e debater as políticas públicas de classificação indicativa no cenário nacional e internacional.

Para conhecer as novidades em pesquisa sobre temas relacionados à produção audiovisual, de internet e jogos, a SNJ convoca pesquisadores, estudiosos e a comunidade acadêmica a participar de um processo seletivo de ensaios, papers ou artigos sobre "A política pública da Classificação Indicativa no Brasil e o Manual da Classificação Indicativa"; "Identidade de Gênero e Diversidade Sociocultural na TV Brasileira" e "Classificação Indicativa e Novas Mídias". Participe. Os trabalhos devem ser encaminhados para a SNJ até 5 de novembro. Para mais informações acesse www.mj.gov.br/eventos ou envie um e-mail para:classificacaoindicativa@mj.gov.br

Departamento de Justiça, Classificação Indicativa, Títulos e Qualificação (Dejus) Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) - Ministério da Justiça - Anexo II - Sala 3
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SEMINÁRIO DISCUTIRÁ DIREITO À COMUNICAÇÃO NO BRASIL .

'A Construção de Indicadores do Direito à Comunicação no Brasil'

Acontece na próxima terça-feira, 24, em São Paulo, o evento 'A Construção de Indicadores do Direito à Comunicação no Brasil', que faz parte de um ciclo de seminários realizados com o objetivo de apresentar e debater propostas para a criação de indicadores que avaliam a efetivação do direito à comunicação no país.

O Seminário será divido em duas partes. No primeiro momento, serão apresentadas as propostas de indicadores do Intervozes, desenvolvidas através do projeto "Centro de Referência do Direito à Comunicação", e da Unesco, criada pelo Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (Ipdc).

No segundo momento, os membros das organizações governamentais, do setor privado, e das organizações não governamentais presentes, aliados ao público participante, farão uma avaliação das duas propostas e iniciarão o recolhimento de contribuição para a aplicação dos indicadores na realidade brasileira.

"Nosso objetivo é introduzir o debate com foco nos instrumentos objetivos, garantindo a participação das pessoas e dos mais diferentes setores", destacou Guilherme Canela, coordenador de Comunicação e Informação da Unesco no Brasil.
ABRAÇO REGIONAL SUL E SUDESTE - PA - BRASIL
Rua G nº 6 - C.E.P. 68455 149 - Bairro Santa Mônica - Tucurui - Pa.
Abraço Reg. sul e sudeste Pa. BLOG: www.abracorsspa.uniblog.com.br
Conferencia Comunicação no Pará http://conferenciaparadecomunicacao.blogspot.com
E-MAIL: abracorsspa@yahoo.com.br
MSN: abracorsspa@hotmail.com
CELULAR 55 (094) 91364508/81152354 (Contatos)
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Exposição de fotos retrata 150 anos de ação humanitária do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) .

A exposição de fotos "CICV: 150 anos de ação humanitária" chega à estação Cardeal Arcoverde na próxima quinta-feira, dia 26 de novembro, em uma iniciativa com o apoio do Metrô Rio.


Ao narrar a história singular do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho ao longo do último século e meio, esta exposição quer mostrar que há esperança mesmo nos momentos mais difíceis de desespero, e que a dignidade humana é duradoura e universal.  
 

Desde a guerra de secessão nos Estados Unidos até os conflitos do começo do século XXI, a lente do fotógrafo sempre esteve presente, captando momentos de coragem, dignidade, desafio e esperança em meio à dor e ao sofrimento. Esta exposição de fotos é mais do que uma história das guerras e outras situações de violência ocorridas ao longo dos últimos 150 anos. Para o CICV, cada uma destas fotografias é um incentivo à abertura e à solidariedade. 


No Rio de Janeiro, o público poderá ver imagens históricas, muitas delas emblemáticas, de conflitos armados e outras situações de violência com consequências humanitárias irreparáveis. Há também fotos da atualidade. Quatro fotógrafos da respeitada VII Agency viajaram, em 2008 e 2009, a oito dos cerca de oitenta países onde atua o CICV. Por fim, integram a exposição fotografias do trabalho humanitário da Cruz Vermelha no Brasil e em países vizinhos.
 
A exposição fotográfica é parte da campanha mundial "Nosso Mundo. Sua Ação", lançada em 2009 em homenagem ao aniversário da fundação da maior rede humanitária do mundo.  Em 1859, em Solferino, um povoado da Itália, foi travada uma batalha que causou cerca de 38 mil vítimas. A ação de um homem, Henry Dunant, que organizou os civis da zona para assistir os feridos, levou à criação da Cruz Vermelha.  O gesto de Dunant se multiplicou ao longo dos últimos 150 anos.

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Apoio

Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc) http://arfoc.org.br

CONVITE DOM ORANI : Por Vereador Reimont

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Exposição de fotos : Apoio Abraço RJ

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Amatel autoriza 25 Rádios Comunitárias para o uso de radiofrequencia, agora elas estam livres da truculencia da Anatel .

 19/11/2009,  Veja a relação

DECRETO LEGISLATIVO Nº. 865

Data: D.O.U.: Nº. Processo:
19/11/2009 20/11/2009
Denominação/Razão Social:
ACR ASSOCIACAO COMUNITARIA DE RADIODIFUSAO
Localidade: Serviço: Finalidade:
PETROPOLIS - RJ RADCOM COMUNITÁRIA
Observação:
APROVA O ATO QUE SE REFERE A PORTARIA N° 44, DE 15/01/2004, QUE OUTORGA A AUTORIZAÇÃO PARA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE RADCOM.

 

DECRETO LEGISLATIVO Nº. 863

Data: D.O.U.: Nº. Processo:
19/11/2009 20/11/2009
Denominação/Razão Social:
ASSOCIACAO DE RADIODIFUSAO COMUNITARIA ECOLOGICA JARDIM GUAPIMIRIM RADIO JG FM
Localidade: Serviço: Finalidade:
GUAPIMIRIM - RJ RADCOM COMUNITÁRIA
Observação:
APROVA O ATO QUE SE REFERE A PORTARIA N° 159, DE 16/02/2005, QUE OUTORGA A AUTORIZAÇÃO PARA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE RADCOM.

 

DECRETO LEGISLATIVO Nº. 857

Data: D.O.U.: Nº. Processo:
19/11/2009 20/11/2009
Denominação/Razão Social:
ASSOCIACAO DUOBARRENSE DE RADIODIFUSAO COMUNITARIA DUAS BARRAS RJ
Localidade: Serviço: Finalidade:
DUAS BARRAS - RJ RADCOM COMUNITÁRIA
Observação:
APROVA O ATO QUE SE REFERE A PORTARIA N° 794, DE 20/12/2007, QUE OUTORGA A AUTORIZAÇÃO PARA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE RADCOM.

 

DESPACHO Nº. 932

Data: D.O.U.: Nº. Processo:
19/11/2009 20/11/2009
Denominação/Razão Social:
ASSOCIACAO COMUNITARIA RADIO GENESES FM DE CAMPOS DOS GOYTACAZES
Localidade: Serviço: Finalidade:
CAMPOS DOS GOYTACAZES - RJ RADCOM COMUNITÁRIA
Observação:
ENCAMINHAMENTO AO CONGRESSO NACIONAL DO ATO CONSTANTE DA PORTARIA Nº 1.063, DE 23/12/2008, QUE AUTORIZA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE RADCOM.

 

DESPACHO Nº. 932

Data: D.O.U.: Nº. Processo:
19/11/2009 20/11/2009
Denominação/Razão Social:
ASSOCIACAO COMUNITARIA DO BAIRRO ARTUR CATALDI
Localidade: Serviço: Finalidade:
BARRA DO PIRAI - RJ RADCOM COMUNITÁRIA
Observação:
ENCAMINHAMENTO AO CONGRESSO NACIONAL DO ATO CONSTANTE DA PORTARIA Nº 1.066, DE 23/12/2008, QUE AUTORIZA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE RADCOM.

 

 
ABRAÇO FORTE
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JOAQUIM CARLOS
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Aliado da "Globo" e da "Folha", Serra é o campeão da vaia na etapa paulista da Confecom

 


Aliado da "Globo" e da "Folha", Serra é o campeão da vaia na etapa paulista da Confecom



Rodrigo Vianna- 22/11/2009


Passei o fim-de-semana na Assembléia Legislativa de São Paulo, a acompanhar a etapa paulista da Conferência de Comunicação (Confecom)*. Foi um processo ríquissimo. Lá não estavam só jornalistas e empresários de comunicação. Não. Parece que a sociedade brasileira (ou, ao menos, seus setores mais organizados)  despertaram para um fato: a comunicação é assunto importante demais para ser deixado nas mãos (apenas) dos jornalistas. Ainda bem.
Como em todos os Estados, houve escolha de delegados pelos três setores: sociedade civil, setor governamental e setor empresarial (hipocritamente chamado de "sociedade civil empresarial").
Na semana passada, escrevi aqui que os grandes empresários (ligados às "teles" e ao grupo Bandeirantes) tentaram dar um golpe: queriam excluir pequenos e micro empresários da delegação que vai a Brasilia -  http://www.rodrigovianna.com.br/forca-da-grana/tim-oi-e-telefonica-querem-dar-golpe-na-confecom-elas-ja-entraram-para-o-pig-vamos-reagir.

Serra atirou contra a Confecom: colheu a vaia em São Paulo


Só que os pequenos fizeram barulho, bateram o pé, ameaçaram ir pra Justiça... E aí as "teles" recuaram. Na última hora (pressionadas pelo governo Lula, é bom dizer), aceitaram que os pequenos tivessem 20 representantes. As"teles" e a Band ficaram com 64 representantes. 
Interessante notar: São Paulo foi o único Estado (até agora) que elegeu representantes empresariais não-alinhados com o grande capital. Uma vitória estratégica. Por que?
Pelo regimento da Confecom, qualquer proposição, para ser aprovada na etapa nacional, em Brasília, precisará cumprir dois requisitos: votos de metade mais um do total de delegados e (atenção!)  pelo menos um voto em cada setor representado (empresarial, sociedade civil e govenamental).
Os 20 micro e pequenos empresáriso eleitos por São Paulo, portanto, poderão ter um papel decisivo. Certamente, muitos deles vão votar ao lado dos movimentos sociais ("sociedade civil), o que pode determinar um resultado mais avançado para a Conferência.
Mas, quando falei que o processo que assisti em São Paulo foi riquíssimo, referia-me a outra coisa. Terminadas as negociações entre os empresários (eu participei nesse campo, no lado dos "pequenos", evidentemente), fui acompanhar as plenárias da sociedade civil. Ali, havia movimentos de moradia, psicólogos, sindicalistas, gente ligada ao Hip Hop, a turma do movimento negro, quilombolas, feministas, associações de rádios comunitárias... Até jornalistas havia!!!  Todo mundo louco pra debater e criticar a comunicação que se faz no Brasil.
O mais incrível: no meio desse caldeirão de idéias e tendências, o pessoal da sociedade civil de São Paulo (eram mais de 500 inscritos) teve maturidade para eleger uma chapa única de 84 delegados que irão à Brasilia em dezembro - tudo na base de negociação, exaustiva.
Vi movimento de mulheres aceitando ceder delegados para determinada corrente sindical. Vi uma intensa capacidade de negociação, e um respeito impressionante pelas diferenças.
É algo novo no Brasil.
Um veterano (mas animadíssimo!) militante que acompanhava a plenária a meu lado observou: "esse processo não existe em lugar nenhum da América Latina. É típico do Brasil."
Interessante observar isso. Na Venezuela, por exemplo, tudo parece mais "politizado". Só que tudo depende da figura de Chavez. Se ele resolve enfrentar a mídia, aí os chavistas partem pro confronto. Parece (pra quem já esteve lá, e eu estive) muito mais "emocionante".
O processo no Brasil é mais pactuado, com menos enfrentamento. Em compensação, não precisamos de um líder a apontar o caminho. Não. Plenárias como as que eu assisti em São Paulo ajudam a formar dezenas de militantes que -por anos e anos - estarão combatendo por mudanças, por democracia. Cada um a seu modo. Sem centralismo. Novos "lulas" podem surgir de assembléias como a que acompanhei...
Talvez, as coisas sejam mais lentas assim. Mas acho que devemos (os brasileiros) nos sentir orgulhosos. Do nosso jeito, estamos construindo instâncias muito ricas.
Bem, mas isso tudo não significa que a política passe longe da Conferência. Não. Ao contrário.
Concluídos os debates sobre Comunicação, na sessão de encerramento da etapa paulista, foram apresentadas várias moções (de apoio ou repúdio), sobre temas variados: do apoio à Palestina à memória de Zumbi dos Palmares.
Mas, advinhem qual moção teve mais apoio? A que condenava o governador José Serra por não ter convocado  a etapa paulista da Conferência. Sim! Serra, prestando um serviço aos grandes grupos de mídia que fugiram da Conferência (Globo, Abirl, Folha e outros), preferiu se fingir de morto. A Assembléia Legislativa é que teve de convocar a etapa paulista.
Serra recebeu uma vaia consistente. Ah, pura implicância de militantes esquerdistas, dirão alguns. Não. ATé porque o deputado que comandou os trabalhos em nome da Assembléia é do DEM. E foi tratado com muita cordialidade por todos.
Aécio em Minas, por exemplo, convocou a conferência estadual. Serra não.  Por isso, foi o campeão da vaia.
Serra pode ter errado no cálculo. Assimo como a Globo, a Abril, a Folha e outros grupos que ficaram de fora da Confecom. Já que falamos em Venezuela, a atitude deles lembra-me a da oposição a Chavez, que se recusou a disputar eleições. Ficou sem representação no Congresso (poderia ter feito 40% dos deputados). Ganhou  que com isso? Nada. Só perdeu espaço... O mesmo pode acontecer com Serra, Globo e a turma deles.
Mas isso é  e problema deles...
Quase ao fim dos trabalhos neste domingo, a deputada Luiza Erundina (que cumpre um papel importante na Comissão de Comunicação da Câmara Federal) fez um pequeno discurso, e lembrou um nome que tinha passado quase batido até ali: Erundina (que nem é mais do PT) lembrou que a Confecom existiu porque Lula topou convocá-la (contra a vontade da Globo e dos velhos jornais, que boicotam a Conferência).
Erundina foi interrompida para longos aplausos a Lula.
Serra foi o campeão da vaia. Lula ganhou aplausos.
Mas aplausos mesmo merecem os movimentos sociais que toparam comprar essa briga. A guerra será longa.
Reproduzo aqui o discurso de Joaquim Palhares (diretor do site "Carta Maior), na abertura dos trabalhos da etapa paulista. É uma espécie de manifesto, que resume os desafios que teremos pela frente - http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16252.
E, para encerrar, lembro a frase de Laurindo Leal Filho (professor de Comunicação da USP), que também falou da abertura: "um país que caminha para se transformar na quinta economia do Mundo não pode mais conviver com uma comunicação de quinta categoria".
==
* A Confecom, é bom explicar, não terá caráter deliberativo. Como acontece com outras conferências nacionais já convocadas por Lula (Saúde, Direitos Humanos, Mulheres...), ela servirá para nortear o debate. A Confecom pode estabelecer diretrizes, por exemplo, para se rever a política de concessões ou de distribuição de verbas públicas. O governo poderá ganhar força para fazer mudanças, porque poderá dizer: "não sou eu que quero, é a sociedade que pede".
Não se deve, entretanto, esperar mudanças rápidas. Trata-se de processo longo, de acúmulo de forças. Mas a tampa da panela de pressão foi aberta. O vapor não volta mais pra dentro. Pra azar do Serra e da Globo.


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Conferência em São Paulo pede fim do monopólio da mídia

Conferência em São Paulo pede fim do monopólio da mídia

 

Maurício Thuswohl


 

SÃO PAULO – O Brasil avança em diversos setores, mas a luta pela efetiva democratização dos meios de comunicação no país e pelo fim do controle exercido por alguns poucos grupos empresariais sobre a produção jornalística e cultural brasileira está apenas começando e precisa ser travada já. Esta foi a mensagem passada pelas centenas de representantes da sociedade civil, do empresariado e do poder público que participaram do primeiro dia de debates da Conferência de Comunicação de São Paulo, realizado neste sábado (21) na Assembléia Legislativa. A conferência paulista, por sua enorme representatividade, serve como termômetro para as discussões que deverão nortear a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá em Brasília entre os dias 14 e 17 de dezembro.

Assim como vêm fazendo nas demais conferências estaduais, as principais entidades representativas da grande mídia no Brasil, como a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão (Abert), boicotaram a conferência em São Paulo. Isso fez com que o setor empresarial ficasse dividido basicamente em dois grupos: os pequenos empresários da imprensa alternativa e as emissoras Bandeirantes e Redetv, reunidas na Associação Brasileira de Radiodifusão (Abras).

Representando a sociedade civil empresarial, o diretor-executivo da Carta Maior, Joaquim Ernesto Palhares, afirmou que, apesar do discurso dos grandes conglomerados de mídia em defesa de uma suposta liberdade de imprensa, "o poder midiático no Brasil está concentrado nas mãos de um pequeno grupo de famílias e suas respectivas empresas, que dominam o sistema de produção e difusão de informações e detém a imensa maioria dos recursos de publicidade públicos e privados".

Palhares lembrou que, dona de mais de 220 veículos, entre próprios e afiliados, a Rede Globo "controla sozinha mais da metade do mercado televisivo brasileiro". Além da família Marinho, citou como principais "donos da comunicação no Brasil" as famílias Sirotsky (RS e SC), Jereissati (CE e AL), Daou (AC, AP, RO e RR), Magalhães (BA), Zahran (MT e MS) e Câmara (GO, TO e DF): "Em suas manifestações editoriais, todas essas empresas afirmam a independência como um valor que, supostamente, definiria seu trabalho. Mas, são independentes do quê e de quem exatamente? Essa pergunta nunca é respondida, porque a resposta mostraria que o rei está nu", disse.

Processo histórico


O professor da Unicamp Laurindo Lalo Leal Filho afirmou que o processo de construção da Conferência Nacional de Comunicação já entrou para a história do país: "Nunca se discutiu tanto a comunicação no Brasil do ponto de vista quantitativo e qualitativo. Durante décadas, esse debate foi restrito a alguns círculos acadêmicos ou sindicais. Hoje, toda a sociedade brasileira entende a necessidade de discutir criticamente os meios de comunicação para transformá-los".

Lalo cita a conferência como "uma vitória histórica" do povo brasileiro: "Nós estamos desinterditando um debate que, até aqui, sempre esteve interditado. A conferência abre uma fresta em uma porta que sempre esteve trancada. Nós pusemos o pé e essa porta não se fechará mais, como esteve fechada há oitenta anos, desde o advento do rádio no país. Essa área sempre foi uma terra privada, onde a sociedade nunca pôde se manifestar para dizer o que espera dos serviços públicos de rádio e televisão".

"O Estado brasileiro tem que resgatar a dívida social histórica no que se refere a comunicação", afirmou Lalo: "O espectro eletromagnético por onde trafegam as ondas de rádio e televisão no Brasil foi tratado desde o início como terra ninguém. São como terras devolutas, que os grupos empresariais foram gradativamente ocupando em busca de dar conta de seus interessantes econômicos que, mais tarde, se articularam com interesses políticos. Essas terras devolutas precisam ser retomadas pelo Estado. A sociedade tem o direito de exercer esse controle. Não podemos mais viver sob a égide de uma legislação de radiodifusão criada em 1962".

Diversificação


Outro ponto fundamental para a democratização da comunicação no Brasil, segundo os participantes da conferência paulista, é a diversificação da produção do conteúdo cultural e jornalístico oferecido à sociedade. Foram citados fatores como o incentivo à produção de conteúdo nacional independente e à produção regional e comunitária, a garantia de distribuição e a criação de incentivos de tributação, entre outros.

O jornalista Pedro Pomar criticou a "pasteurização do conteúdo" produzido pelas grandes empresas de mídia no Brasil: "Assistimos a uma verdadeira enxurrada de produtos que ignoram completamente nossas referências culturais e nacionais. As empresas se orientam pela lógica do capital, que quer vender em grande escala e quer vender barato. Para isso, ele oferece produtos nem sempre de boa qualidade e entra em diversos mercados para viabilizar a venda desses produtos".

Citando o professor Renato Ortiz, da Unicamp, Pomar deu um exemplo da resistência das grandes empresas de comunicação à tentativa de mudanças no setor: "Recentemente, quando ocorreu o debate em torno das mudanças na Lei Rouanet e do financiamento das produções culturais, algumas pessoas ligadas à Rede Globo falaram em dirigismo estatal da cultura. Segundo Ortiz, não existe espaço para isso, pois o dirigismo cultural já existe e é praticado por uma grande emissora, que é a TV Globo. É preciso garantir a diversidade de produção de conteúdo, pois o Brasil é muito maior do que o Projac".

Os interesses dos senhores da mídia, segundo Pomar, sempre prevaleceram aos interesses da população brasileira: "A hegemonia do pensamento único foi fabricada a partir da seleção de fontes. Determinadas idéias-força, como a apresentação das privatizações e do Estado mínimo como uma coisa positiva, da necessidade do achatamento salarial e do abandono da Previdência Social foram marteladas todos os dias nos ouvidos da população brasileira. O conglomerado de mídia deu um suporte muito grande a mudanças que foram extremamente prejudiciais ao Estado e ao povo brasileiro", disse.

(Agência Carta Maior- 23/11/09)



Um caloroso abraço negro,
 
Helbson de Avila
APN - Barra Mansa/RJ
 
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domingo, 22 de novembro de 2009

A UIT (União Internacional de Telecomunicações) aprovou na primeira etapa de análises o Ginga - J .

19 de novembro de 2009  -  TeleSíntese


A UIT (União Internacional de Telecomunicações) aprovou na primeira etapa de análises o Ginga-J, parte fundamental da interatividade daTV digital promovida pelo middleware Ginga. A chegada do Ginga-J, uma tecnologia de ponta e sem os custos de royalties, quebra parâmetros do próprio conceito que se tem de TV digital no órgão. Os demais sistemas reconhecidos pela UIT ? o americano (ATSC), o europeu (DVB) e o próprio ISDB, japonês posteriormente aperfeiçoado pelo Brasil – estão harmonizados em um único middleware, porém, com custos de royalties associados.

Segundo a coordenadora do módulo técnico do Forum Brasileiro da TV Digital e uma das representantes do Brasil nas reuniões da UIT, Ana Eliza Faria e Silva, a proposta levada nas reuniões em Genebra altera a arquitetura básica de middleware do órgão de forma a se assemelhar a estrutura do Ginga e inclui as novas e gratuitas ferramentas em Java. ?A conquista do Ginga-J, livre de royalties, pelo Fórum SBTVD, tem sido muito elogiada pelo potencial de ganho em âmbito mundial da tecnologia?, afirma..

Em reconhecimento a contribuição brasileira, o Fórum SBTVD foi agraciado, juntamente com o Japão, com a coordenação do grupo que vai endereçar testes de conformidade e compatibilidade de middleware. A iniciativa faz parte de um esforço prioritário da UIT em apoiar centros de testes em países em desenvolvimento com o objetivo de permitir a fabricação de equipamentos com a certificação da UIT.

Em outubro, a UIT aprovou as recomendações de radiodifusão que agregaram as inovações brasileiras ao ISDBT, padrão de TV digital japonês adotado pelo Brasil. Em maio, a Norma Ginga NCL-LUA (ITU-T H.761) se tornou um dos padrões UIT para a comunicação digital por IP.


(Da redação, com assessoria de imprensa)



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sábado, 21 de novembro de 2009

O Governador José Maranhão da Paraíba assumiu compromisso público e se compromete com Conselho de Comunicação .

20 20UTC Novembro 20UTC 2009

Abertura teve fala especial sobre o 20 de novembro (foto: Fabiana Veloso)

O Governador José Maranhão assumiu compromisso público em implantar definitivamente o Conselho de Comunicação da Paraíba. A fala do governador aconteceu na abertura oficial da 1ª Conferência de Comunicação da Paraíba, que ocorre até amanhã no auditório da FIEP, no centro de João Pessoa.

O momento especial da abertura ficou por conta do manifesto lido pela representante do Fórum Paraibano de Promoção da Igualdade Racial (FOPPIR) e do movimento negro local, Verônica Lourenço, que fez duras críticas à mídia por causa da discriminação que os meios de comunicaçãoparaibanos alimentam em relação aos movimentos sociais de mulheres, negros, LGBTT etc. Lourenço citou o caso do radialista Anacleto Reinaldo que costuma criticar no ar a Lei Maria da Penha.

A CONFECOM continua agora à tarde com discussões em três GTs para debater temas relacionados a Conteúdo, Meios de distribuição e Cidadania.

Empresariado, sociedade civil e poder público compõem público da CONFECOM (foto: Fabiana Veloso)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Movimentos Sociais divulgam carta contra intervenção federal no Pará .



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Vox Populi: sites e blogues superam revistas e jornais que somados è apenas de 10,5%. .rádio, com 7,8%. .....

(10/11/2009 12:20)

Pesquisa encomendada pelo Grupo Máquina ao Vox Populi que ouviu 2,5 mil pessoas e teve seu resultado publicado no Meio Mensagem desta semana reforça a tese insistentemente defendida aqui.

O levantamento mostra que a principal fonte de informação do brasileiro ainda é a TV com 55,9% da preferência dos entrevistados, mas o segundo já são os sites de notícias e blogues, com 20,4%, um resultado fantástico para um tipo de comunicação que ainda não chegou à adolescência.

E mais fantástico ainda porque é o dobro do público que se informa por jornais impressos, preferidos de 10,5%. E quase três vezes mais do que o rádio, com 7,8%.

Não pensem, porém, que a força da internet se resume à força de sites e blogues. As redes sociais já contam 2,7% da preferência dos pesquisados como fonte primeira de informação, estando à frente dass versões online dos jornais, 1,8%, e das revistas impres sas, com 0,8%.

Em relação à credibilidade, os sites e blogues jornalísticos também ocupam boa posição. Neste quesito, o rádio está em primeiro lugar com nota média de 8,21 e os sites e blogues jornalísticos estão um centésimo atrás com 8,20.

Só depois aparecem TV, 8,12, jornais online, 8,03, jornais impressos, 7,99, revistas impressas, 7,79, redes sociais, 7,74, e revistas online, 7,67.

Há alguns dias escrevi aqui que não se pode mais denominar de grande mídia os jornais diários brasileiros, dada a irrelevância das tiragens que têm. Esta pesquisa só reforça a tese de que cada vez mais brasileiros estão formando sua opinião de forma horizontal, a partir de espaços onde não são apenas espectadores, mas também analistas e produtores de informação.

 

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Veja video produzido pelo intervozes

Clik no link abaixo
http://vimeo.com/7459748

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pequenas empresas progressistas de São Paulo estão tendo uma dura batalha contra as teles e a Band, precisamos da solidariedade de todos para mudar este quadro.

O golpe das teles e da Band na Confecom-SP

 

Representantes das companhias Telefônica, TIM e Oi, filiados à Telebrasil, em conjunto com o grupo Bandeirantes, que tem representado a Associação Brasileira de Radiodifusores (ABRA) na Confecom estão impedindo que o setor das pequenas empresas de comunicação de São Paulo participe democraticamente da Conferência Nacional da Comunicação.

Este grupo havia formalizado um acordo com representantes da Associação dos Jornais do Interior de São Paulo (Adjori-SP), Agência Carta Maior e revistas Fórum, Caros Amigos e Retratos do Brasil onde se acertou que as eleições de delegados no estado se daria por segmentos e respeitaria a proporcionalidade das posições presentes.

O acordo foi encaminhado para a Comissão de Transporte e Comunicação da Assembléia Legislativa pelo próprio representante da Telebrasil na comissão e foi publicado no Diário Oficial de hoje.

No entanto, quando perceberam que o movimento das pequenas empresas de comunicação de São Paulo havia inscrito aproximadamente 40% dos delegados, os empresários da Telefônica, Oi e TIM, em conjunto com o grupo Bandeirantes, decidiram que não respeitariam o acordo e passaram a ameaçar impo sua suposta maioria de delegados para derrubá-lo na primeira votação do segmento na etapa paulista. Como solução propuseram "ceder" apenas 10 das 84 vagas reservadas para São Paulo aos pequenos empresários.

O golpe contra a democratização das comunicações tem data e hora para acontecer. Começa na sexta-feira às 17h na Quadra dos Bancários de São Paulo (rua Tabatinguera, 192, Centro de São Paulo). Continua no sábado e domingo na Assembléia Legislativa de São Paulo.

O movimento das pequenas empresas de comunicação solicita a todos os blogueiros, tuiteiros e militantes de todos os segmentos da luta progressista que não aceitam mais que os grandes conglomerados midiáticos, a partir de métodos antidemocráticos, continue a impor suas posições sem negociar de forma correta e limpa a divulgar essa ação e a protestar.

Também solicita que esses midialivristas compareçam a Quadra dos Bancários para filmar, tuitar, fotografar e postar notas denunciando essa ação antidemocrática.


Contribuição : renato rovai

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Morador e menor de 16 anos, cria jornal local, cai nas graças dos jornalões e ajuda a resolver problemas da comunidade onde mora .


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Movimentos Sociais divulgam carta contra intervenção federal no Pará .
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Governo quer marco para regular setor de comunicações, pacote do governo inclui regras de direito de resposta e ajuda para pequeno jornal

 Texto com 59 propostas, a ser apresentado em conferência em dezembro, quer fortalecer veículos públicos e regionais

Sugestões de várias pastas foram enviadas a delegados do encontro; pacote inclui regras de direito de resposta e ajuda para pequeno jornal

ANDREZA MATAIS DA SUCURSAL DE BRASÍLIA


O governo federal compilou e encaminhou aos delegados da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que será realizada no mês que vem em Brasília, pelo menos 59 propostas de mudanças no marco regulatório do setor. A Folha teve acesso às sugestões, encaminhadas por vários ministérios. Em geral, elas fortalecem os veículos estatais e públicos, incentivam a imprensa regional e criam mecanismos para fiscalizar o setor privado de rádio e TV.
O pacote inclui a defesa de um "marco legal" para o direito de resposta e indenização "a prejudicados por profissionais e empresas de mídia". A maioria das medidas elencadas, no entanto, aparece de forma sumária e sem detalhamento.
Autora da proposta, a Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República) alega que a supressão da lei de imprensa neste ano pelo Judiciário deixou o setor "sem regulação específica".
A Secom, comandada por Franklin Martins, encaminhou à Confecom a ideia de criar "mecanismos menos onerosos de verificação de audiência e circulação", o que "permitirá a jornais e rádios menores receber publicidade institucional ou de utilidade pública".
O ministério propõe, ainda, que o governo "crie mecanismos de compra de insumos básicos, como o papel-jornal, para os pequenos jornais, similares aos modelos disponíveis aos grandes", "melhorando sua competitividade" .
O pacote de propostas começou a ser submetido aos debates nos Estados que vão elaborar a agenda da Confecom. O documento final da conferência poderá servir de base para o governo definir um novo marco regulatório do setor. Todas as alterações, entretanto, dependem de aprovação pelo Congresso ou da assinatura de decretos pelo presidente.
Marcada para ocorrer de 14 a 17 de dezembro, a Confecom é uma iniciativa do presidente Lula. Deve ser a última conferência monotemática de seu governo -já foram realizadas quase 60 de outros assuntos.
Em agosto, as principais entidades representativas das empresas de mídia no Brasil anunciaram seu desligamento da conferência, por conta da possibilidade de aprovação de teses consideradas restritivas à liberdade de expressão e de livre associação empresarial.
Ficaram a Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicaçõ es) e a Abra (Associação Brasileira de Radiodifusão) , que tem como sócios principais TV Bandeirantes e Rede TV!. Isso deixou o encontro composto em seu maioria por representantes do governo, organizações de trabalhadores e ONGs ligadas ao setor.
Na área de radiodifusão (rádio e TV), a proposta do governo prevê garantias de que a distribuição de outorgas em tecnologia digital seja equitativa entre os sistemas público, privado e estatal. O aumento da oferta de canais permitiria a ampliação da rede da TV Brasil, criada pelo atual governo.
O governo também enxerga a oportunidade para criar os canais digitais de TV dos ministérios da Cultura, da Educação e das Comunicações, além de distribuir canais para sindicatos e movimentos sociais.
A Secom também quer proibir ocupantes de cargos públicos de receber outorgas de rádio e TV. Hoje, há limitações para congressistas. A proposta fala ainda em regular "a prática de proselitismo religioso" em rádio e TV, reforçar a fiscalização para coibir a venda de horário na grade de TVs e rádios e garantir investimento publicitário em canais comunitários.
O Ministério da Cultura formalizou a defesa de uma política de "restrição à propriedade cruzada" de veículos de comunicação e da obrigatoriedade das emissoras de TV de veicular programas produzidos por produtoras independentes.

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Coordenador Executivo Abraço Nacional concede entrevista, fala de monopólio da comunicação que é uma ameaça ao exercício pleno da democracia no Brasil .

Foto arquivo

16/11/2009 | Graziela Wolfart e Márcia Junges

Instituto Humanitas Unisinos

"Talvez, o maior estrago que a mídia faz junto à classe trabalhadora seja ideológico. Os meios de comunicação passam 24 horas pregando o individualismo, a competição, o consumismo. A solidariedade e a ação coletiva como forma de atingir a transformação social são apresentadas de forma negativa, como algo que já está superado, com o objetivo de desmobilizar os trabalhadores". A opinião é do coordenador executivo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária - Abraço Nacional e secretário geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação - FNDC, José Sóter. Exatamente por isso que ele considera importante a participação do movimento sindical na Conferência Nacional de Comunicação. Crítico do Ministério das Comunicações, Sóter considera que ele sempre esteve ligado aos interesses do monopólio. "Ele tem atuado mais como promotor dos interesses da radiodifusão privada do que como agente de controle público. O interesse privado dos donos da mídia tem prevalecido sobre o interesse público".

Para José Sóter, "os grandes grupos de comunicação privados atuam como partidos políticos de fato. Apoiam os candidatos e partidos que representam o pensamento único das elites e atacam aqueles que se contrapõem a esta linha, sejam partidos ou movimentos sociais. A mídia interfere no resultado das eleições, tanto através da manipulação de pesquisas quanto pelas posições que defende sem permitir o contraponto". Essa e outras afirmações são feitas por José Sóter na entrevista que segue, concedida, por e-mail, à IHU On-Line.

Confira a entrevista.

 

IHU On-Line - Quais os principais pontos que devem ser discutidos na Conferência Nacional de Comunicação?

José Sóter - As políticas públicas de comunicação sempre foram discutidas entre os empresários e o governo. A Confecom tira este tema da penumbra e o traz para o debate público. As principais questões em discussão serão: o controle social da mídia, a democratização e transparência das concessões, a criação de uma lei geral da radiodifusão que contemple as emissoras comunitárias, e a implementação dos sistemas público e estatal. A descriminalização das rádios comunitárias, a desburocratização e democratização das concessões das emissoras comunitárias, o financiamento público para as mídias comunitárias e Internet em banda larga gratuita para todos também estarão em debate.

 

IHU On-Line - De que maneira pode acontecer o controle social sobre os meios de comunicação? Como a sociedade pode participar mais nos processos de produção da comunicação?

José Sóter - O controle social pode acontecer através dos conselhos de comunicação. O Conselho de Comunicação Social está inativo. A Abraço defende a recomposição do Conselho, com regulamentação do processo de escolha dos conselheiros para evitar solução de continuidade. Também defendemos a criação dos conselhos estaduais e municipais de comunicação. Outro instrumento de participação são as audiências públicas para avaliar as concessões e os conselhos editoriais com a participação de representantes da sociedade civil. A sociedade pode participar do processo de produção da comunicação desde que tenha acesso aos meios de distribuição. As rádios comunitárias são um instrumento concreto de participação da sociedade na produção da comunicação.

 

IHU On-Line - Qual sua avaliação geral sobre as políticas públicas na área de comunicação e sobre a postura do atual Ministério das Comunicações?

José Sóter - As políticas públicas de comunicação sempre foram tratadas como assunto dos empresários da comunicação e do governo. Com a Confecom, pela primeira vez, este tema é debatido pela sociedade de forma mais ampla. O Ministério das Comunicações sempre esteve ligado aos interesses do monopólio. Ele tem atuado mais como promotor dos interesses da radiodifusão privada do que como agente de controle público. O interesse privado dos donos da mídia tem prevalecido sobre o interesse público. Com o atual ministro não é diferente, basta ver a postura em relação às rádios comunitárias. O Ministério faz de tudo para dificultar a obtenção de outorga pelas comunitárias; os processos levam anos parados nas gavetas. Enquanto isso, a Anatel,  que também atua na defesa da mídia corporativa, reprime as rádios sem outorga. Acontece que a responsabilidade pelas rádios não terem outorga é do próprio Ministério, que não dá andamento nos processos. Nós lutamos pela sua regularização. O projeto de lei em tramitação no Senado Federal, de autoria do ministro Hélio Costa,  que permite a venda de emissoras sem a necessidade de autorização do Ministério das Comunicações, é outro exemplo da postura do ministro. Para as rádios privadas, menos controle público; para as comunitárias, burocracia e repressão.

 

IHU On-Line - Qual o papel do movimento sindical na Confecom?

José Sóter - A Central Única dos Trabalhadores - CUT, federações nacionais e sindicatos têm participado do processo de construção da Confecom. Esta participação é muito importante para reafirmar o caráter de classe da luta pela democratização da comunicação. A classe trabalhadora é quem mais sofre com o monopólio. Os movimentos sociais são criminalizados, as rádios comunitárias são taxadas de "piratas", quando uma categoria vai à greve por aumento de salários ou melhores condições de trabalho, a mídia mostra os transtornos provocados pela greve, mas não dá espaço para os trabalhadores explicarem os motivos que os levaram à paralisação. Mas, talvez, o maior estrago que a mídia faz junto à classe trabalhadora seja ideológico. Os meios de comunicação passam 24 horas pregando o individualismo, a competição, o consumismo. A solidariedade e a ação coletiva como forma de atingir a transformação social são apresentadas de forma negativa, como algo que já está superado, com o objetivo de desmobilizar os trabalhadores. Por isso a participação do movimento sindical na Confecom é importante.

 

IHU On-Line - Em que medida a democratização da comunicação pode influenciar no avanço da democracia de forma geral no Brasil?

José Sóter - Os grandes grupos de comunicação privados atuam como partidos políticos de fato. Apoiam os candidatos e partidos que representam o pensamento único das elites e atacam aqueles que se contrapõem a esta linha, sejam partidos ou movimentos sociais. A mídia interfere no resultado das eleições, tanto através da manipulação de pesquisas quanto pelas posições que defende sem permitir o contraponto. O monopólio da comunicação é uma ameaça ao exercício pleno da democracia no Brasil. Não podemos confundir liberdade de expressão com manipulação, que é, exatamente, o inverso da liberdade de expressão. A democracia plena passa pela democratização dos meios de comunicação e pelo direito da população construir e operar os seus próprios meios de comunicação.
 
IHU On-Line - Quais as consequências de uma comunicação que atende apenas aos interesses do grande capital?

José Sóter - É uma comunicação que está a serviço dos interesses de uma elite, que impede os trabalhadores de se expressarem e que mercantiliza e vulgariza a cultura, sufocando as manifestações regionais e autênticas da cultura brasileira. Só tem espaço na mídia quem se submete à lógica da padronização a serviço do lucro. Por isso, defendemos a criação de TVs comunitárias, contemplando todos os municípios brasileiros, para, junto com as rádios comunitárias, fortalecerem essa cultura e a identidade local para o fortalecimento da cultura e da identidade nacional. 

 

José Sóter

Coordenador Executivo Abraço Nacional
Secretário Geral FNDC 61-99648439


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