quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A todos os participantes e Promotores da Igualdade Racial do Sul Fluminense .

 Tendo em vista as atividades de promoção da igualdade racial promovida por diversos setores de nossa sociedade (governos, ong, sindicatos, associações...) a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Assistencia Social promoveu no ultimo dia 21 de outubro o Curso de Capacitação Direitos Humanos e Cidadania Aqui na cidade de Volta Redonda. 
 
Dividido em áreas temática, o trabalho obteve exito e diversos encaminhamento foram tirados.  Dentre os GT's subdividos, articulou-se o de Promoção de Igualdade Racial que tirou como encaminhamento a constituição de um  Fórum Regional de Promoção de Igualdade Racial, agregando nesse os diversos atores dos mais váriados segmentos que discutem a temática em favor de uma sociedade mais justa.  E é por esse motivo que convocamos esses atores e demais interessados para:
 

1º Encontro de Articulação Fórum Regional de Promoção de Igualdade Racial

 
Onde: Palácio Barão de Guapi - Sede da Biblioteca Municipal de Barra Mansa ( Antiga Sede da Camara de Vereadores)
 
Quando: dia 14 de novembro - sábado à partir da 14 horas
 
Contamos com a presença de todos vocês!
 
Pedimos ainda que estendam este convite para os demais interessados que por ventura não tiveram a possibilidade participar do encontro Direitos Humanos e Cidadania aqui.
 

Um caloroso abraço negro,
 
Helbson de Avila
APN - Barra Mansa/RJ
 
Somos quem podemos ser
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Presidência vai analisar proposta de Banda larga nacional o projeto deve chegar ao poder executivo hoje dia 11-11de 2009.

O Ministério das Comunicações divulgou que o Brasil vai lançar no final de novembro um plano nacional de banda larga que contará com R$ 10 bilhões de investimento.

De acordo com o site IP News, a proposta deve chegar ao poder executivo no próximo dia 11. A partir dessa data, começarão a ser definidos os caminhos para se chegar a uma mensalidade subsidiada de R$ 9,90 ao mês, informou o ministro Hélio Costa.

Costa ainda defendeu um projeto baseado em parceria público-privada (PPP) para levar o projeto adiante.
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Colaboração  Alexandre Nativa 

A Radiodifusão Comunitária tem recebido apoio nas conferências estaduais .

Redação: ABRAÇO 

As propostas apresentadas nas conferências estaduais do Rio de Janeiro, Piauí, Acre e Paraná priorizaram a defesa das rádios comunitárias. O financiamento público, a agilização na tramitação dos processos de outorga, a anistia para os comunicadores punidos, o aumento de potências das rádios comunitárias e a operação das tevês comunitárias em sinal aberto estão entre as propostas encaminhadas para a I Conferência Nacional de Comunicação.

                     A criação de um fundo público para financiar as rádios comunitárias é uma proposta recorrente. Também tem merecido destaque o subsídio para a migração das emissoras comunitárias para o rádio digital e a destinação de parcela das verbas públicas de publicidade para as mídias comunitárias e livres. O processo de licenciamento é outro item que tem sido destacado nas propostas. A agilização da tramitação dos processos, a descriminalização da operação de emissoras comunitárias e a anistia para os comunicadores punidos por colocarem no ar rádios comunitárias sem outorga, têm sido abordados em inúmeras propostas. A permissão de transmissão em rede, o aumento da potência, da altura da antena e do número de canais são outros temas em destaque, assim como a transmissão em sinal aberto pelas tevês comunitárias. 


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I Conferência Livre de Comunicação da População Negra da Bahia .

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Senadores e Ministério das Comunicações querem reduzir o impacto da CONFECOM

 November 5th, 2009 |  Author: admin
Redação: ABRAÇO
 
A tentativa de minimizar as deliberações da I Conferência Nacional de Comunicação – CONFECOM – ficou clara em audiência pública realizada no Senado Federal, no dia 28 de outubro. Antes mesmo de começarem as etapas estaduais (a Conferência do Piauí iniciou no dia 29) o senador Sérgio Zambiasi (PTB/RS) afirmou estar preocupado com a possibilidade de engessamento da programação. Já o consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, declarou que a Conferência "vai apenas divulgar sugestões". O coordenador executivo da ABRAÇO Nacional, José Soter, rebate as críticas e cobra do Ministério das Comunicações maior empenho para a realização da CONFECOM.
O senador Sérgio Zambiasi disse, durante audiência pública para discutir a CONFECOM, estar preocupado que "se estabeleça um padrão de programação e engessamento em cima de uma visão ideológica, o que pode ferir o aspecto democrático da comunicação." O senador, também, considerou justo o critério de representação na Conferência: 40% para a sociedade civil, 40% para os empresários e 20% para o poder público. Este critério de divisão foi amplamente criticado pela sociedade civil. O coordenado executivo da ABRAÇO Nacional discorda da posição de Zambiasi: "parece que o senador não assiste aos meios de comunicação brasileiros. Pois o que temos é uma programação ideologizada e engessada no pensamento único de uma classe dominante que tudo pode contra a classe trabalhadora". Soter afirma que o que a sociedade civil defende "é justamente a pluralização dessa programação" de forma que ela seja mais democrática em relação às idéias e às identidades culturais brasileiras.
Comentando a saída da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e televisão – ABERT – o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) questionou se este já não seria um sintoma do risco de adoção de um "viés ideológico" pelos participantes do evento. Soter afirma: "ele tem razão: foi o viés totalitário, capitalista e imperialista que levou os representantes da ABERT a se retirarem do processo; para eles era democracia demais ter que sentar com os movimentos sociais". A ABERT retirou-se da Comissão Organizadora após tentar, sem sucesso, restringir os temas em debate na CONFECOM.
O consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, tranqüilizou os senadores afirmando que "A conferência é meramente propositiva e, se o Congresso Nacional entender que as propostas não merecem prosperar, elas não vão caminhar". Para Bechara a Conferência vai apenas divulgar sugestões que poderão servir como subsídios à elaboração de futuras leis. O coordenador executivo da ABRAÇO Nacional lamenta a posição do representante do Ministério: "é uma declaração infeliz de quem foi privilegiado com o cargo de presidente da Comissão Organizadora da CONFECOM e retrata a forma como o Ministério das Comunicações vem tratando a organização da Conferência". Ele critica a falta de estrutura para a CON: "o presidente não montou nenhuma equipe para atender à Comissão e os próprios membros têm que criar as condições para o seu trabalho", concluiu.
Já o senador Gerson Camata (PMDB/ES) defendeu a democratização das comunicações no país e a implantação de emissoras comunitárias de rádio e televisão. Para o senador Renato Casagrande (PSB/ES), a realização da conferência será uma boa oportunidade para a discussão de temas que muitas vezes são considerados "tabus" na área de comunicação.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Tomba mais um soldado .

Nota de Pesar 

                 A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária, ABRAÇO Nacional, manifesta o seu pesar pelo falecimento, ocorrido ontem, em Belo Horizonte, de Roberto Emanuel, Presidente da Rádio Constelação, única emissora comunitária organizada e dirigida por deficientes visuais. Emanuel era cego, afro descendente e foi um incansável defensor da radiodifusão comunitária. Lutou contra a repressão do Estado brasileiro que fechou a emissora da qual fazia parte. Até hoje a Rádio Constelação não obteve a outorga do Ministério das Comunicações. A ABRAÇO manifesta a sua solidariedade aos familiares e amigos de Emanuel. 

 Brasília, 28 de outubro de 2009.


                                                                                      EXECUTIVA NACIONAL


        Josué Franco Lopes
Coordenador de Comunicação
         Abraço Nacional




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Falta de senssibilidade e de recursos do governo José Serra pode deixar São Paulo de fora da Confecom .

quinta-feira, 29 de outubro de 2009, 20h21
 
Com o início das etapas nacionais nesta semana, mais um assunto polêmico surgiu nas discussões da comissão organizadora nacional da Confecom. Diversos estados têm feito apelos por recursos para a realização das conferências entre eles São Paulo. O estado mais rico da federação tem tido problemas em participar da conferência e quase não houve convocação estadual. A convocação acabou sendo feita pela Assembléia Legislativa do estado, que agora reclama não ter recursos para garantir a realização do encontro.

Por enquanto, não há qualquer disposição da comissão organizadora nacional de enviar verbas para o estado realizar o evento. O entendimento do presidente da comissão, o consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, é qu, quem convocou a conferência é o responsável por realizá-la. No caso de São Paulo, a responsabilidade é da Assembléia Legislativa.

O temor de que o es tado acabe não realizando a etapa preliminar fez com que algumas entidades apelassem à comissão o envio de recursos. Mas, para Bechara, isso seria injusto com os outros estados que também estariam em dificuldades para realizar os eventos. "Não posso dar um tratamento especial a São Paulo e não atender os outros estados", afirmou.

Até o momento, apenas três estados receberão uma pequena ajuda financeira do governo federal para realizar a pré-conferência. São eles Tocantins, Rondônia e Santa Catarina. O motivo do tratamento diferenciado é simples: nesses três estados quem fez a convocação extraoficialmente foi a comissão nacional. Assim, o governo federal se sente responsável pela realização dessas etapas.

O estado do Amazonas passou pelo mesmo tipo de convocação nacional, mas no último dia do prazo o governo local fez uma convocação própria o que retirou a responsabilidade federal sobre a realização do evento. Tocantins, q ue passa por uma situação de instabilidade política com a troca do governador, também já sinalizou interesse em assumir o evento por meio da Assembléia Legislativa, mas a situação ainda não foi resolvida.

Caso algum estado deixe de fazer a etapa local, há uma previsão de indicação de delegados para que haja representatividade de todas as unidades da federação. Essa indicação garante uma participação simbólica de aproximadamente três representantes por segmento.

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domingo, 1 de novembro de 2009