segunda-feira, 28 de abril de 2008
Confira aqui as Rádios que irão votar dia 24 de Maio de 2008
02 Rádio Bio – Barra Mansa Coordenador (Wescler Nunes )
03 Rádio Cidade Volta Redonda (coordenador BEBE)
04 Rádio Clube Goiabal Coordenador Gilson Senna
05 Rádio Comunidade Quatis 3 Coordenador ( Carlos Roberto Nunes )
06 Rádio Cruzeiro (coordenador Marcino)
07 Rádio Dinâmica Coordenador (TOM )
08 Rádio Stério Aço – (Coordenadora Maria do Carmo S Batalha )
09 Rádio Stéreo Vale 100,1 (coordenador José Roberto de Souza )
10 Rádio Stilo de Barra Mansa 102,7 (Coordenador Nem )
11 Rádio Integração 104,9 (concesionada) (coordenador Rói )
12 Rádio Nova Geração (Coodernação Natalino)
13 Rádio Vitória Pinheiral fm 102,7 (coordenador Sr Antônio Pereira )
domingo, 13 de abril de 2008
AS ELEIÇÕES ESTÃO DEFLAGRADAS NA FARC RJ será dia 28 de maio das 10: as 17:00 Horas
ABAIXO ASSINADO :
A Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) esta convocando todos à inganjarsse na luta para mudar a lei 9.612, de 28-02- 1998.
Por isso está lançando um projeto de iniciativa popular no intuito de recolher Um Milhão de assinatura, desta forma imaginamos ser possível acabar com todas as injustiças que existe na lei que está em vigor até agora e que tanto tem sido usada para massacrar os que defendem a verdadeira Rádio Comunitária .
Não deixe de participar deste ato cívico, de a sua contribuição .
Faça também o seu comentário desta matéria, clik no link Comentários abaixo
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Rádios comunitárias se organizam após ação da PF e Anatel
Recife - Pouco mais de uma semana após a ação da Polícia Federal que fechou 30 rádios consideradas “ilegais” em Pernambuco, o movimento de rádios comunitárias no estado dá início a uma contra-ofensiva ao que consideram a criminalização da atividade. Mais de 70 pessoas, incluindo representantes de 34 emissoras comunitárias, participaram nesta quinta (27) da audiência pública convocada pela Federação de Rádios Comunitárias de Pernambuco (Fercom-PE), pela Associação de Rádios Comunitárias Pernambucanas e pela Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço).No evento, realizado na Câmara dos Vereadores do Recife, as três organizações decidiram promover uma passeata pelo centro da capital. A data ainda não foi definida, mas o ato deve ocorrer nos próximos dias. As emissoras pernambucanas também aventam a possibilidade de uma marcha a Brasília.A ação da PF, intitulada de “Segurança no ar” [ver aqui], tentou cumprir mandados de busca e apreensão dos equipamentos de 56 rádios que funcionam sem outorga no Recife e em outras cidades da região metropolitana. Não faltaram recursos para isso: foram mobilizados 60 policiais federais, distribuídos em 18 equipes.No entanto, a Agência Nacional das Telecomunicações, responsável pela fiscalização, não conseguiu fechar todas as rádios. Duas funcionavam com liminar concedida pela Justiça e outras 24 estavam fechadas no momento da apreensão, algumas desde a realização de outras ações da PF com a Anatel. Quatro pessoas foram levadas para a sede da Polícia Federal no Recife e tiveram que prestar depoimento sobre as atividades que desenvolviam nas rádios.Segundo a Anatel, a operação foi feita para garantir a segurança no Aeroporto Internacional dos Guararapes, que funciona no Recife, e que, de acordo com a agência, estava sofrendo com a interferência dos sinais das rádios, denominada por eles de piratas. “A única coisa que as rádios comunitárias derrubam é a audiência das rádios comerciais”, gritou uma pessoa durante a audiência, sendo aplaudida pelos demais.De acordo com Manina Aguiar, do Fórum Pernambucano de Comunicação, a argumentação da Anatel é uma falácia. Ela cita inclusive pesquisas do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) que desmistificam esta acusação. “Quero ouvir apenas um caso de acidente causado pela dita interferência das rádios comunitárias”, desafiou Manina. “Se de fato houvesse interferência não haveria o processo de legalização das rádios, porque as outorgadas também interfeririam.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Orçamento da União aprova verba para Conferência
20/03/2008
Redação> FNDC
*com informaçoes da Agência Câmara.
quinta-feira, 20 de março de 2008
PF fecha 30 rádios sem autorização; movimento protesta
19/03/2008
A Polícia Federal (PF) tirou do ar ontem 30 rádios que estavam operando sem autorização do Ministério das Comunicações no Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, além das cidades de Catende, na Mata Sul, Limoeiro e Caruaru, no Agreste. A operação denominada "Segurança no Ar" cumpriu 56 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal e teve o apoio de fiscais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Quatro pessoas foram detidas, mas todas foram liberadas após prestarem depoimento.
Apesar de já desmentida por diversos engenheiros especialistas em telecomunicações, a PF voltou a afirmar que as emissoras eram responsáveis por interferências do sinal das rádios no controle de tráfego aéreo do Aeroporto Internacional do Recife. "Recebemos um comunicado do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) informando que o sinal da Rádio Alfa e Ômega, no Jordão Baixo, Zona Sul, estava interferindo no contato com as aeronaves", disse o assessor de comunicação da Polícia Federal, Giovani Santoro.
O diretor de programação da Alternativa FM, considerou constrangedora a ação da Polícia Federal. Segundo ele, a Alternativa FM tem uma linha de programas voltados para a convivência solidária, a valorização das características da população local e o incentivo às minorias. "Abrimos espaço para crianças, adolescentes, deficientes e anciãos decidirem o que eles querem ouvir. Fomos surpreendidos por essa ação, como se fôssemos bandidos", afirmou o diretor de programação.
A Alternativa FM não teve o transmissor apreendido porque desde setembro de 2007 obteve uma liminar que garante sua manutenção no ar. A rádio foi fundada em 2004 e possui um transmissor que tem capacidade para levar a programação da emissora a um raio de 3,5 quilômetros da estação.
Para a coordenadora regional da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraco), Manina Aguiar, a operação da Polícia Federal foi mais uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais em Pernambuco. Conforme Manina, as rádios comunitárias lutam pela difusão da cultura popular autêntica e valorizam o cotidiano da população que as rodeiam.
"As rádios comunitárias não querem permanecer sem registro. Muitas estão aguardando há anos um posicionamento da Anatel e do Ministério das Comunicações, mas só encontram burocracia nesse processo. Só as rádios que pertencem a políticos e se travestem de comunitárias é que ganham a concessão nesse País",
avaliou a coordenadora.-- Dagmar Silnara Camargodagcamargo@gmail.com]
CONRAD-RS51 37790776 91423692
segunda-feira, 17 de março de 2008
Mais uma concesão à vista : Vitória da Rádio Heliópolis!
A portaria do Ministério das Comunicações, publicada nesta quinta-feira (13), "outorga a autorização da União de Moradores de Heliópolis a executar, pelo prazo de dez anos, serviço de radiodifusão comunitária". Isso significa que o Governo Federal deu seu aval para funcionamento da rádio. Ainda é preciso, para a legalização definitiva e início das transmissões, passar pela aprovação do Congresso Nacional. O legislativo tem 90 dias para analisar o assunto. Se ultrapassar esse prazo, a rádio receberá uma outorga provisória e poderá entrar no ar.
segunda-feira, 3 de março de 2008
É pra comemorar :
Valeu , parabens .
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Rádios comunitárias reivindicam descriminalização
Ministério prorroga prazo para inscrições de rádios comunitárias
De São Paulo, da Radioagência NP, Juliano Domingues.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Partidos participam de ato por "reformas democráticas" em Brasília
Coordenadores dos Blogs, favor divulgar esta notícia, e participem de nossas enquetes.
Vamos comemorar oque, 10 anos da lei 9.612 ?
A concentração será em frente a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Cinelândia, a partir das 10 horas. O encerramento será às 17 horas com grande Ato com artistas e personalidades que apóiam a luta do movimento de rádios comunitárias no estado do Rio de Janeiro.-
Fórum Libertário em Defesa das Rádios e TVs Comunitárias - Rede Viva Rio de Radiodifusão Comunitária- Central de Rádios Comunitárias do Grande Rio- FARC-RJ - (Federação das Associações de Radiodifusão Comunitária do Estado do Rio de Janeiro).
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
ABI pede esclarecimento sobre fechamento de rádio comunitária
29.11.2007
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
STF determina devolução de equipamentos de rádio comunitária
Michelle Prazeres - Observatório do Direito à Comunicação 03.12.2007
A Associação de Rádio Comunitária Ouro Verde, do município de Sapezal (MT) obteve no último dia 14 deste mês uma importante vitória na Justiça. Na ocasião, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão da ADIn 1668/97 (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que limita os poderes da Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações e deferiu uma liminar que determinou a liberação dos bens da rádio apreendidos pela agência em agosto deste ano.“Os equipamentos chegaram de volta esta semana”, explica Leomar Mees, diretor da associação. “Mas estamos com eles parados, pois avaliamos que poderíamos colocar em jogo o direito à informação da nossa comunidade se colocássemos para funcionar novamente sem a autorização do Ministério das Comunicações”, diz. Segundo ele, a associação estuda a possibilidade de obter o funcionamento via outra liminar judicial. “A burocracia é enorme. Esperamos há anos pela autorização de funcionamento e ficamos reféns da morosidade do Ministério. Mas somos uma rádio efetivamente comunitária, atendemos todos os requisitos e temos uma programação de interesse público. Não tem porque não funcionar”, avalia Mees.Bruno José Ricci Boaventura, advogado da associação responsável pelo caso, explica que a Anatel apreendeu os equipamentos sem ordem judicial, e a rádio impetrou um mandado de segurança, cuja liminar foi indeferida. “Esta decisão é contra o que foi decidido pelo STF na ADIn 1668, de 1997, que afirma que os agentes da Anatel, Polícia Federal e União não podem, sem mandado judicial, apreender os equipamentos radiofônicos de uma emissora comunitária”. Na prática, a ADIn reafirma que a Anatel é um órgão regulador e não tem poder de polícia. Foi justamente sob esse argumento que a rádio conseguiu uma liminar que liberou seus equipamentos. Segundo Boaventura, entretanto, a liminar não tem efeito vinculante oficial, porque se trata de uma decisão em relação a um caso concreto, mas “tem um efeito vinculante simbólico”. “As rádios precisam procurar se regularizar, mesmo que o processo seja moroso, difícil e burocratico. Mas aquelas que funcionam sem regularização e que forem vítimas de atitudes como esta da Anatel já têm casos em que podem se espelhar para ter seus equipamentos de volta e fazer valer seus direitos”, diz o advogado. “Esta vitória, portanto, abre para as rádios uma nova frente de batalha”, afirma Leomar Mees. Casos emblemáticos. Um outro caso emblemático aconteceu recentemente na capital paranaense. A Associação Comunitária do Jardim Esperança, que fica na zona sul de Curitiba, mantinha uma rádio, que foi multada e teve seus equipamentos apreendidos numa ação da Anatel em 2005. Durante o mesmo período, a emissora pleiteava a autorização de funcionamento junto ao Ministério das Comunicações.A rádio, alicerçada em outras entidades de seu entorno, recorreu ao Judiciário requerendo a retirada do lacre da Anatel e a autorização de funcionamento, por conta da demora injustificada do Ministério das Comunicações em autorizar definitivamente seu funcionamento. Os pedidos foram negados, e a Associação de Moradores recorreu ao Tribunal Regional Federal, que manteve a sentença e também negou os pedidos da Associação, contrariando as decisões do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, que já haviam emitido sentenças que permitiam que as rádios funcionassem enquanto o Ministério estivesse avaliando o pedido de regularização. Além da apreensão dos equipamentos e da multa, o presidente da Associação Comunitária do Jardim Esperança, Ronny Roque da Silva, foi indiciado por crimes contra as telecomunicações. Foi quando o Ministério Público Federal foi acionado e obteve o arquivamento do inquérito contra o líder comunitário e a devolução do aparelho transmissor apreendido.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Vitória do Movimento
Vocês merecem e nós também